2015-01-22

Ginasia-te



A Anita falava aqui sobre as suas (não) idas ao ginásio e achei por bem dissertar sobre o assunto.
Há algo que não é dito em nenhuma publicidade, em nenhum poster, em nenhum anúncio: tal como muitas decisões importantes na vida, a mentalização de uma "ida ao ginásio" (ou se quisermos falar genericamente, "fazer exercício") não deve ser tomada de forma emocional e sim racional. Se eles dissessem isto nas publicidades, era ver a diminuição drástica das inscrições. lol

Temos pena para aqueles que acham que as boas decisões se tomam na flor da emoção e que com isso se garante "a paixão" pelo que se faz no momento. Eu posso estar completamente apaixonado por alguma coisa e mesmo assim achar que não é boa decisão fazê-la (e não a faço).

Sabe bem tomar uma decisão importante com base na grande emoção do momento? Claro que sim. É parvo fazê-lo? Claro que sim. Pode até correr bem? Claro que sim. Mas no momento não se pensa nisto. E repito, que falo apenas de decisões importantes. Comprar um sofá não conta :P

A "ida ao ginásio" é mais uma delas. As pessoas sentem-se mal consigo mesmas e na altura apetece-lhes perder peso, ou ganhar força, ou resistência e ei-las em força no ginásio. O que é que acontece meses depois (às vezes nem isso)? Estão a pagar mensalidades e vão lá 2x por mês, se tanto. Se a decisão tivesse sido tomada de forma racional, a pessoa que se tivesse inscrito estaria a ir regularmente e a ter os resultados para os quais se tinha inscrito. Como a tomou de forma emocional e as emoções das pessoas variam muito com o tempo, "hoje apetece-me e amanhã não".

2015-01-14

A estupidez da gravidez

Diz-se por aí pela internet (essa grande malandra, mas grande companheira de desabafos) que quando uma mulher está grávida, produz certas hormonas que diminuem a sua própria capacidade cerebral, tornando-as mais "burras".

Se isto for verdade, já percebi o porquê das pessoas mais inteligentes serem as que menos querem engravidar :P

2015-01-11

Bem vindos a 1977

Internet: Oh Jedi, 1977 ??? Porque raio é que temos que estar no teu ano de nascimento?

Jedi: Então agora não somos todos o Charlie? Ele morreu em Dezembro de 1977, portanto é justo que eu lhe faça uma homenagem aqui no blog.

Internet: Hã??? Oh Jedi, enlouqueceste? O Charlie morreu esta semana quando os outros extremistas foram lá matá-lo.

Jedi: Do que é que estás a falar, pah? O Charlie Chaplin morreu em Dezembro de 1977.

Internet: Ah esse. Sim sim, esse morreu no teu ano de nascimento sim, mas nós estamos é a falar do Charlie Hebdo, o jornal satírico Francês.

Jedi: Ah !!! Não tinha percebido. Fiquei um bocado confuso porque vi toda a gente a dizer que são o Charlie e julguei que era alguém importante, como o Charlie Chaplin, o rei do cinema mudo. Agora um jornal??? Não percebo.

Internet: Mas Jedi, não percebes que foi um ato terrorista horrível?? Como podes dizer isso?

Jedi: Claro que foi. Não tanto como o 11 de Setembro ou o 11 de Março ou o que a Coreia do Norte faz com os seus cidadãos ou a Rússia ou a Venezuela, mas foi muito mau, sim. Não percebo é o porquê de tanta solidariedade por cá. Aposto que mais de 70% das pessoas nem via os cartoons diariamente.

Internet: Lá estás tu a fazer-te do contra. Não estragues a corrente que o pessoal quer fazer. Deixa lá as pessoas solidariezar-se à vontade.

Jedi: Eu deixo. Só quero é fazer notar que, pelos vistos, a comunicação social quando quer, até consegue chamar a atenção de todos para as coisas. Veremos se são tão expeditos com o nosso próprio governo.

Internet: ...